Obras

Guarda abre concurso para segunda fase de construção do hospital PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
A Unidade Local de Saúde da Guarda (ULSG) anunciou esta sexta-feira a abertura para o concurso público da empreitada da segunda fase das obras de construção do novo Hospital de Sousa Martins (HSM), na cidade.
A ULSG refere em comunicado que o concurso, publicado em Diário da República na terça-feira, tem o valor base de 48,9 milhões de euros e destina-se à requalificação do edifício centenário do ex sanatório Sousa Martins e de um bloco construído em 1997.
A obra terá um prazo de execução de dois anos, prevendo a ULSG que o complexo do hospital fique concluído em 2013, uma vez que está em construção um novo edifício que entra em funcionamento no próximo ano.
“A obra da segunda fase inicia-se após a conclusão da primeira”, refere a ULSG, indicando que a apresentação de candidaturas para o concurso agora aberto se prolonga até ao dia 18 de Dezembro.
A ULSG, presidida por Fernando Girão, adianta que, “em Janeiro de 2011, os cinco concorrentes apurados serão convidados a apresentar propostas nos 36 dias seguintes”.
A decisão de adjudicação deverá ser tomada até 17 de Abril.
Segundo a ULSG, nos dois blocos que serão intervencionados na segunda fase das obras ficarão os serviços de cardiologia, cirurgia de ambulatório, ginecologia, medicina interna, medicina física e de reabilitação, obstetrícia, pediatria, pneumologia, psiquiatria e urgência pediátrica e obstétrica.
No novo bloco, que está em construção, funcionarão a unidade de cuidados intensivos, o bloco operatório, o serviço de anestesiologia, laboratório, cuidados intermédios e internamento de especialidades cirúrgicas.
No mesmo edifício também se localizarão a urgência geral, os serviços de consulta externa e de exames especiais, imagiologia, esterilização, farmácia, medicina legal e instalações mortuárias, armazéns e estacionamento.
O investimento global nas duas fases do projecto, que tem a comparticipação do Mais Centro – Programa Operacional Regional do Centro, ronda os 100 milhões de euros, assinala a direção da ULSG.
FONTE: Construir
Actualizado em Segunda, 22 Novembro 2010 10:07
 
Novo Instituto de Design da UM vai ser construído pela DST PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Já está a ser construído o novo Instituto de Design da Universidade do Minho em Guimarães. A obra está a cargo da DST e implica um investimento de 2,7 milhões de euros. A obra deverá estar finalizada já em Setembro de 2011.

 

O novo empreendimento da Universidade do Minho vai ocupar o espaço da antiga Fábrica de Curtumes da Ramada, no centro histórico da cidade.

 

O projecto contempla a reabilitação de dois edifícios, dos quais faz parte uma praça semi-pública, e a construção de um outro, que terá cinco pisos e servirá também de miradouro sobre a Zona de Couros.

 

Nos rés-do-chão ficará a recepção, uma cafetaria e várias lojas, enquanto o resto do edifício está destinado a ateliês e estúdios onde os artistas poderão desenvolver a sua criatividade.

 

O projecto prevê a construção de uma abertura do Instituto à Rua Gaspar Roriz/Largo de S. Francisco, recuperando para a cidade a antiga Rua de Soalhães e incentivando assim a passagem pedonal através deste novo espaço, até agora privado.

 

A intervenção vai ser feita em consórcio com a CARI, também do Grupo DST, e prevê a recuperação integral das naves da antiga fábrica, assim como a manutenção da caixilharia em madeira, das varandas e respectivos ferros forjados e das letras identificadoras da Fábrica da Ramada.

 

“Este projecto tem uma importância peculiar para a DST uma vez que nos permite continuar a promover a arte no nosso país, dando-lhe um novo espaço para crescer, e, simultaneamente, reforçar a economia regional”, refere José Teixeira, Presidente do Conselho de Administração do Grupo.

 

FONTE: Construção Magazine

 
MonteAdriano vence empreitadas da Parque Escolar no valor de 36 ME PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
A MonteAdriano Engenharia e Construção venceu, em consórcio, a empreitada para a execução das obras de modernização da Fase 3 do Programa de Modernização das Escolas com Ensino Secundário – Lote 3EL1, no valor de 36 milhões de euros.
No comunicado enviado à imprensa, a empresa sedeada na Póvoa de Varzim revela que a obra inclui a remodelação da Escola Básica e Secundária de Frei Gonçalo de Azevedo, em São Domingos de Rana, a Escola Secundária da Quinta do Marquês, em Oeiras, e a Escola Secundária de Camilo Castelo Branco, em Carnaxide.
“Com duração prevista de 18 meses, este programa de modernização contempla, entre outros aspectos, a correcção de problemas construtivos existentes, reparação de infra-estruturas, melhoria das condições de segurança e conservação do património existente”, refere o comunicado, onde se pode também ler que a intervenção está focada “na criação de novas saolas, de espaços de estudo, desportivos e de lazer e arranjos exteriores, entre outros”.
As remodelações destas três escolas juntam-se à Escola Secundária Filipa de Vilhena e Escola Secundária de Lousada, recentemente remodeladas pela MonteAdriano.
Actualizado em Quinta, 18 Novembro 2010 14:49
 
Parque Tecnológico de Óbidos lança concurso para os edifícios centrais e arranjos exteriores PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
A entidade gestora do Parque Tecnológico de Óbidos, a OBITEC – Associação Óbidos Ciência e Tecnologia lançou em Diário da República, o procedimento relativo ao “Concurso Público de Concepção para os Edifícios Centrais e Arranjos Exteriores da Praça Central do Parque Tecnológico de Óbidos”.
Os edifícios centrais do Parque incluem um Business Center e uma Incubadora de empresas de base tecnológica, anuncia o Parque Tecnológico em nota de imprensa.
O presente concurso destina-se a arquitectos, sublinham “e tem por objectivo a selecção de três trabalhos de concepção, desenvolvidos ao nível de estudo prévio simplificado, sendo que a entidade adjudicante tenciona celebrar um contrato de prestação de serviços, por ajuste directo, destinado a adquirir o projecto de execução que concretize um dos trabalhos de concepção seleccionados no presente concurso”.
Para concorrer, os concorrentes deverão inscrever-se previamente na plataforma electrónica de contratação pública anoGov, acessível através do endereço http://www.anogov.com
A entrega das propostas – individualmente ou em grupo, deverá ser realizada até dia 6 de Janeiro de 2011, sendo que a lista dos resultados do concurso será disponibilizada até 30 dias após a data da entrega das propostas.
FONTE: Construir
Actualizado em Quarta, 17 Novembro 2010 10:19
 
Câmara de Lisboa prevê investir mais de 144 ME nos bairros municipais até 2020 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

A Câmara de Lisboa vai investir mais de 144 milhões de euros nos bairros municipais nos próximos 10 anos, num programa que prevê intervenções estruturais em oito bairros e a curto prazo em cinco.

 

De acordo com os dados do pelouro da Habitação relevados aos jornalistas num encontro com a vereadora Helena Roseta, as intervenções a curto prazo, consideradas prioritárias e que serão realizadas nos próximos dois anos, abrangem os bairros Pedro Queiroz Pereira, Cruz Vermelha, Quinta das Laranjeiras, Casal dos Machados e Olaias.

 

Estão igualmente previstas intervenções estruturais, mais complexas, nos bairrso da Ameixoeira, Alta de Lisboa, Padre Cruz, Flamenga, Condado, Alto da Eira, Boavista e 2 de Maio.

 

Entre 2011 e 2014 estão igualmente previstas intervenções a curto-médio prazo em três outros bairros: Horta Nova, Alfredo Bensaúde e Quinta dos Ourives.

 

Dos 144 milhões de euros estimados para o período entre 2011 e 2020, um programa considerado por Helena Roseta como “pouco ambicioso, a maior fatia (37,4 milhões) está destinada à Zona Norte Oriental da cidade, que inclui intervenções estruturais como as do Bairro do Condado – Zona J, da Quinta das Laranjeiras, do Casal dos Machados, do bairro Alfredo Bensaúde ou das Amendoeiras – Zona I (intervenção no âmbito do programa ´Viver Marvila’), entre outros.

 

Para a Zona Norte Ocidental da cidade estão estimados 32,3 milhões de euros para intervir nos bairros da Alta de Lisboa, da Ameixoeira, Cruz Vermelha, Pedro Queiroz Pereira, Alto do Lumiar, Charneca do Lumiar, Quinta das Lavadeiras e Alto do Chapeleiro.

 

Quase 30 milhões estão estimados para a Zona Ocidental da cidade de Lisboa, com intervenções a vários níveis em bairros como o Padre Cruz, que tem uma candidatura aprovada ao QREN, Murtas, Rego, Horta Nova, Telheiras Sul e Furnas, entre outros.

 

Para a Zona Oriental estão previstos investimentos na ordem dos 24 milhões em bairros como o do Armador, Quinta do Lavrado, Vale de Sto António, Alto da Eira, Alfinetes, Quinta das Salgadas, Marquês de Abrantes e Quinta dos Ourives.

 

Para a Zona Sul da cidade estão previstos investimentos que ultrapassam os 20 milhões de euros, a aplicar nas intervenções previstas para o bairro da Boavista, Quinta do Cabrinha, Quinta do Loureiro, Ceuta Sul, Liberdade, Casalinho da Ajuda, 2 de Maio e Eduardo Bairrada, entre outros.

 

O programa integrado de gestão e requalificação dos bairros municipais, onde a autarquia estima que morem no total mais de 90 mil pessoas, implica intervenções com componentes tão diversas como a gestão social (regras claras e processos participativos), patrimonial (política de alienações, arrendamentos e condomínios) e da intervenção física e valorização (obras em habitações, edifícios e espaço público).

 

Em paralelo, a autarquia pretende igualmente definir regras para conseguir rentabilizar os espaços não habitacionais (lojas e estacionamentos) que a Gebalis gere nos bairros municipais, criando oportunidades de negócio com tarifas aliciantes.

 

No total são 1086 lojas que, segundo a vereadora Helena Roseta, estão na sua maioria fechadas e que podem vir a ser rentabilizadas.

 

“Na Quinta do Cabrinha, o Banco Alimentar fez uma proposta e acabou por ocupar um estacionamento que estava fechado”, exemplificou Roseta.

 

FONTE: Construir

 


Página 9 de 232