Obras

Governo garante que "há obras em curso" no IPO de Lisboa PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
O Ministério da Saúde assegurou que "existe já um plano de requalificação" das instalações do Instituto Português de Oncologia de Lisboa, adiantando que "está a ser implementado" e que há "obras em curso".
Num esclarecimento à Agência Lusa, o Ministério de Ana Jorge reconhece que "a necessidade de intervenção é extensa", mas sublinha que "existe total empenhamento na criação de condições para que a renovação do IPO de Lisboa prossiga".
A resposta da tutela surge depois de director clínico da instituição, Nuno Miranda, ter afirmado que a unidade hospitalar oncológica necessita de uma reforma urgente das suas instalações. "A nossa instituição merece um investimento significativo na reforma das suas instalações", declarou, numa conferência de imprensa, onde foram divulgados dados sobre as taxas de sobrevivência dos doentes tratados.
O Ministério da Saúde assegurou que o projecto de requalificação das instalações do IPO de Lisboa, que inclui "uma grande intervenção de construção", foi "revisto e actualizado ao nível dos requisitos técnicos", tendo a instituição requerido a "introdução de alterações ao nível das infraestruturas".
A tutela adianta que o projecto foi "apresentado na semana passada no Ministério da Saúde", estando agora em "fase de estudo" e que a verba de 45 milhões de euros, aprovada em Julho, se destina ao financiamento do plano global de requalificação de duas "áreas prioritárias: obras estruturais e equipamento pesado".
Ainda de acordo com a tutela, "a decisão de manter o IPO de Lisboa no mesmo recinto foi ao encontro de uma proposta feita pelo Conselho de Administração do Instituto Português de Oncologia, decisão que teve em consideração os profissionais e os utentes".
FONTE: JN
Actualizado em Sexta, 04 Março 2011 11:00
 
Marcha lenta na A1 contra suspensão das obras do Metro do Mondego PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Mais de uma centena de veículos entraram às 9h20 de hoje na autoestrada A1, em Condeixa, em marcha lenta contra a suspensão das obras do Metro Mondego, que estavam em curso desde o início do ano.
A marcha lenta realiza-se no sentido norte-sul, em direcção a Lisboa, e a coluna integra os presidentes das câmaras de Coimbra, João Paulo Barbosa de Melo (PSD), de Miranda do Corvo, Fátima Ramos (PSD) e da Lousã, Fernando Carvalho (PS), e o deputado socialista Horácio Antunes.
A marcha lenta está a ser acompanhada por carros de bombeiros de Miranda do Corvo e da Lousã que, além de participarem no protesto, sinalizam a manifestação para evitar acidentes.
Participam ainda autocarros dos municípios e muitas carrinhas de juntas de freguesia dos três concelhos.
Os carros circulavam às 9h40 a 30 km/hora.
O protesto, segundo a organização, tem como principal exigência reivindicar «uma ligação sobre carris entre Serpins (Lousã) e a Estação Velha (Coimbra), exatamente como existia antes do início de todo o processo do Metro Mondego».
Segundo um movimento plural que se uniu para contestar a decisão do Governo de parar com as obras de requalificação da Linha da Lousã, «o objectivo é chamar a atenção das restantes populações do país para a necessidade que os cidadãos têm de ter acesso à mobilidade».
FONTE: SOL/LUSA
Actualizado em Domingo, 02 Janeiro 2011 21:19
 
Novo pavilhão desportivo em 2011 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Setúbal O projecto para a construção do novo pavilhão desportivo de Sines, orçado em cinco milhões de euros, foi aprovado numa reunião da câmara municipal. A obra irá arrancar em 2011e terá quatro pisos para as mais variadas modalidades desportivas. O projecto é da responsabilidade da empresa J. A. Arquitectos, Lda.
FONTE: DN
Actualizado em Quarta, 22 Dezembro 2010 12:13
 
Comerciantes ameaçam despedir por causa de obra PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
No centro de Santo Tirso, as obras de requalificação da Praça Humberto Delgado, em frente ao tribunal, estão a "causar um transtorno tremendo" aos comerciantes, que falam em quebras de 50% nos negócios. Há até quem pondere despedir funcionários.
"O desemprego é garantido no mínimo, para três pessoas, se as coisas não melhorarem até ao fim do ano", vaticina José Varela, da frutaria Fresca Solução, alegando quebra de 60% no negócio: "Tivemos sempre três balanças a trabalhar e fazíamos mais de três mil euros por mês. Agora, temos uma e não facturamos 1500. Temos dificuldade em pagar ordenados".
Do outro lado da praça, Adelina Almeida, do talho Modelo, também não poupa críticas. "O acesso está muito prejudicado. O passeio está reduzido a metade, quase não cabem duas pessoas", observa. "E não há estacionamento", completa uma cliente. "Quando tínhamos rua, as pessoas estacionavam e faziam as compras", remata Adelina Almeida.
"Várias vezes autuado" por estacionar na via pública para descarregar, José Varela alerta: "Se a autoridade não facilita, ninguém vem comprar fruta, mesmo que seja de qualidade, para depois pagar 30 ou 60 euros de multa".
Já Pedro Matos, do restaurante Tirsense, faz subtracções com optimismo. Encara a "quebra muito significativa" no negócio (50% no take-away e 30% na sala de refeições) como uma "consequência natural" da obra que, desde Outubro, interrompe o trânsito em parte da praça e numa rua contígua.
O problema foi denunciado pelo PSD de Santo Tirso, que defende que deveriam ter sido previstos "os eventuais impactos negativos no já depauperado comércio".
O presidente da Câmara garante, porém, que os constrangimentos ao trânsito foram acautelados e os comerciantes informados. Castro Fernandes adianta ainda ter aberto um concurso público para a construção de parques de estacionamento subterrâneos.
FONTE: JN
Actualizado em Terça, 21 Dezembro 2010 23:00
 
Shopping em Novelas pode avançar PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
O Tribunal Central Administrativo do Norte deu luz verde para avançar o Penafiel Stadium Center em Novelas e revoga a sentença do Tribunal Administrativo e Fiscal de Penafiel que deferiu a providência cautelar contra a construção. O recurso é agora para o Supremo.
Desde há três anos que não há sinais da construção do centro comercial de Novelas, desde logo porque dois promotores imobiliários e a Comunidade Urbana do Vale do Sousa procuram dirimir um conflito nos tribunais.
Em 27 de Dezembro de 2007, a Comissão Regional da Comunidade Urbana aprovou a construção do "Penafiel Stadium Center", em Novelas, e chumbou a construção do "Anegia Shoping", na freguesia de Guilhufe. Começou uma batalha jurídica.
O promotor do "Anegia", António J. Cristo, interpôs uma acção judicial para travar o arranque das obras do concorrente (Imocresce - Investimentos Imobiliários SA), alegando que a Comissão tinha sido irregularmente convocada.
Além disso, interpôs uma providência cautelar que foi deferida, em 18 de Julho deste ano, pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Penafiel.
A Imocresce e a Comunidade Urbana do Vale do Sousa recorreram para a instância superior e a decisão do recurso, conhecida no dia 25 de Novembro, revoga a sentença de primeira instância e julga improcedente o pedido de suspensão de eficácia.
"Não poderia o Tribunal da 1ª Instância ter decidido como decidiu, isto é, que inexiste lesão para o interesse público, apenas por não ter sido alegada pela ora recorrente, uma vez que é manifesto e ostensivo que a suspensão dos efeitos do acto administrativo impugnado - que tem como efeito a paralisação da instalação do conjunto comercial já aprovado - causa enorme prejuízo para o interesse público, designadamente, pela não criação de postos de trabalho, pela não instalação de equipamentos culturais, desportivos e de lazer", lê-se no acórdão proferido pelos juízes do Tribunal Central Administrativo do Norte.
O colectivo afirma ainda que a decisão da Comissão Regional não está ferida de ilegalidade.  Fonte da empresa António J. Cristo disse ao JN que vai apresentar recurso para o Supremo Tribunal Administrativo, enquanto decorre a acção principal.
FONTE: JN
Actualizado em Terça, 21 Dezembro 2010 22:50
 


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