Imobiliário

Construção do primeiro grande centro comercial de Beja deverá arrancar em 2012 num investimento de 30 ME PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

A construção do primeiro grande centro comercial do Baixo Alentejo, o VIVACCI Beja, com quase 100 lojas, deverá arrancar em 2012, num investimento previsto de 30 milhões de euros, disse esta segunda-feira à Agência Lusa fonte do promotor.

 

O VIVACCI Beja “encontra-se em fase de licenciamento” e, “se em 2011 houver sinais de retoma da economia, proporcionando-se uma conjuntura financeira mais favorável, antevemos que a construção se inicie em 2012″, precisou Fernando Rocha Pereira, administrador da FDO Imobiliária, do Grupo FDO, o promotor do projecto.

 

A confirmarem-se as estimativas, o VIVACCI Beja, que vai “nascer” na Estrada das Apolinárias, na zona nordeste de Beja, perto da rotunda do Itinerário Principal 8, importante via de acesso à cidade, deverá ser inaugurado “no final de 2013″, previu.

 

Segundo Fernando Rocha Pereira, a FDO Imobiliária mantém “todo o interesse estratégico” no VIVACCI Beja, que já sofreu vários atrasos e que deveria abrir este ano, segundo as anteriores previsões do promotor.

 

O VIVACCI Beja, com uma área bruta de construção total de quase 50 mil metros quadrados e uma área bruta locável de cerca de 20.500 metros quadrados, terá quase 100 lojas, quatro salas de cinema, um supermercado, restaurantes e 800 lugares de estacionamento.

 

Entre as lojas já comercializadas, a FDO Imobiliária destaca a presença de insígnias como Modelo, Worten, Sportzone e Modalfa, do grupo português Sonae, Max Mat, Zippy, Book it e Loop e Cinemas Vivacine.

 

“Sustentável do ponto de vista socioeconómico e urbanístico”, o VIVACCI Beja, que poderá criar 1500 postos de trabalho directos e indirectos, “apresenta-se como um centro comercial moderno, adequado à cidade e à sua respectiva área de influência”, refere a FDO Imobiliária.

 

Em 2007, a FDO Imobiliária apostou na marca própria “VIVACCI” e previa construir dez centros comerciais em Portugal até 2010, em Guarda, Caldas da Rainha, Maia, Évora, Setúbal, Covilhã, Felgueiras, Braga, Beja e Gaia.

 

No entanto, “tendo em consideração o período conturbado que a economia nacional e mundial está a atravessar e as alterações de que foram alvo as regras deste mercado”, a FDO Imobiliária “reviu” o seu programa de investimentos e “constatou, de forma prudente e muito ponderada, que alguns dos projectos anunciados deixaram de ter interesse estratégico”, explicou Fernando Rocha Pereira.

 

Atualmente, a FDO Imobiliária, através da marca “VIVACI”, tem em operação e funcionamento três centros comerciais, os VIVACCI da Guarda, das Caldas da Rainha e da Maia, que “representam mais de 50 mil metros quadrados de área bruta locável e cerca de 250 lojas”.

 

Os VIVACI de Beja e de Barcelos “são os centros comerciais que constam do planeamento actual de inaugurações futuras”, disse Fernando Rocha Pereira.

 

FONTE: Construir

 
IMI: maioria das câmaras vai cobrar taxa máxima no próximo ano PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

De um total de 308 municípios, 176 municípios já decidiu o nível de imposto a cobrar e destes 106 optaram por aplicar a taxa de 0,7%

 

A grande parte dos municípios portugueses já decidiu qual a taxa de Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) que vai cobrar no próximo ano aos seus munícipes, informa o «Diário Económico».

 

A maioria das câmaras já definiu que as taxas de IMI a aplicar no próximo ano vai continuar em máximos. De um total de 308 municípios, 176 municípios já decidiu o nível de imposto a cobrar e destes 106 optaram por aplicar a taxa de 0,7%.

 

Note-se que o IMI é a maior fonte de receita dos municípios e representa quase metade do total das receitas fiscais das autarquias. De acordo com os dados do Ministério das Finanças, citados pelo jornal, no ano passado, os 308 municípios arrecadaram 1,02 mil milhões de euros em IMI, face ao total de receitas que chegou aos 2,10 mil milhões de euros. Desta forma, a opção pela taxa máxima é uma das soluções utilizadas pela maior parte dos autarcas para enfrentar a crise e as reduções nas transferências de que têm sido alvo.

 

Recorde-se que no próximo ano, os municípios terão de lidar com mais um corte nas transferências de 126 milhões de euros.

 

Este ano já foram oito as câmaras que pediram autorização ao Tribunal de Contas para contrair empréstimos junto da banca para enfrentar dificuldades financeiras, lembra o «Diário Económico».

 

FONTE: Construir

 
Grupo Libertas avança com investimento de 11ME no Benfica Stadium PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

O Grupo Libertas acaba de lançar um novo empreendimento na urbanização Benfica Stadium, localizada em frente ao Estádio da Luz e assente na área ocupada pelo antigo estádio, trata-se do Benfica Stadium – Panoramic Pool.

 

O novo empreendimento corresponde ao lote três do projecto, e representa um investimento de 11 milhões de euros por parte do Grupo Libertas. “O edifício, concebido por Francisco Olazabal e Arquireal, apresenta um conceito inovador, capitalizando na fruição dos espaços comuns”, assegura o Grupo.

 

“De perfil cosmopolita, o empreendimento apresenta características distintivas”, revela o Grupo Libertas destacando “a integração de piscina panorâmica para adultos e crianças, bem como de solário na cobertura”.

 

O Benfica Stadium-Panoramic Pool é constituído por 31 apartamentos, cujas tipologias variam entre o T1 o T4, com acabamentos “de elevada qualidade”. As áreas das fracções vão desde os 65 metros quadrados aos 170 metros quadrados. O empreendimento integra ainda cinco lojas destinadas a comércio e serviços. Entre as mais-valias suplementares, o Grupo Libertas destaca a sala de fitness ao dispor dos proprietários e o jardim exterior.

 

“Trata-se de um projecto vocacionado para quem trabalha na envolvente ou reside já naquela zona da cidade e procura comprar uma casa em Lisboa que alie modernidade, conforto, mobilidade e conveniência”, explicam.

 

A comercialização do projecto está a cargo da Castelhana, e, explicam, “tratando-se de uma comercialização em planta (off-plan), os compradores beneficiam da possibilidade de personalizar o seu apartamento, através de várias opções de acabamentos ou ajustamentos de layout”.

 

Ao nível das acessibilidades, o Benfica Stadium – Panoramic Pool está situado “numa das zonas nevrálgicas da cidade da Lisboa, um business district em consolidação com a futura sede da Cofina e as Torres do Colombo. Na envolvente, existe uma multiplicidade de serviços e comércio, como o Centro Comercial Colombo, o Hospital da Luz, universidades e escolas. No que toca às acessibilidades, o empreendimento está a escassos minutos da entrada no Eixo Norte/Sul, da 2ª Circular e do Metro”.

 

FONTE: Construir

 
CR Richard Ellis coloca Kedrion Portugal em Miraflores PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

A CB Richard Ellis anuncia a colocação da empresa farmacêutica Kedrion Portugal no edifício Atlas IV, em Miraflores.

 

Actuando em representação da Fundimo – Fundo de Investimento Imobiliário, proprietário do edifício, “a CB Richard Ellis liderou o processo de identificação, apresentação do escritório e de intermediação das negociações entre o Proprietário e a Kedrion Portugal, que irá ocupar parte do 5º piso do edifício”, revelou a consultora.

 

O edifício Atlas IV possui uma área bruta de 5.275 m2, acolhendo a sede de várias empresas de prestígio.

 

Para João Diogo Pereira, Senior Consultant do Departamento de Agência de Escritórios da CB Richard Ellis “O edifício Atlas IV correspondeu plenamente às necessidades identificadas pela Kedrion Portugal, nomeadamente em termos das infra-estruturas existentes no escritório, acessibilidade e localização, tendo constituído a solução mais eficaz para o desenvolvimento da sua actividade”.

 

A Kedrion Portugal é uma entidade que actua no mercado farmacêutico, com produção, distribuição e comercialização de produtos farmacêuticos, actividade que desenvolve desde 2009.

 
Sonae Sierra investe 9,6 milhões no Brasil PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

A Sonae Sierra investiu 9,6 milhões de euros (22,8 milhões de reais) na expansão do centro comercial Parque D. Pedro Shopping.

A Sonae Sierra, através da sua participada Sonae Sierra Brasil, inaugurou a primeira expansão do Parque D. Pedro Shopping, em Campinas, no Brasil, a qual representa um investimento de 9,6 milhões de euros (22,8 milhões de reais).

 

Com esta expansão, o Parque D. Pedro Shopping, inaugurado em Março de 2002 passa agora a contar com 410 lojas distribuídas por mais de 122 mil m2 de área bruta locável.

 

Para Fernando Guedes de Oliveira, CEO da Sonae Sierra “a expansão do Parque D. Pedro Shopping traduz o dinamismo que a Sonae Sierra procura incutir permanentemente nos seus Centros Comerciais, de forma a valorizá-los e a renová-los para poder corresponder às expectativas dos seus visitantes”.

 

FONTE: Jornal de Negócios

 


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