Engenharia

EDIA assina protocolo de cooperação com Cabo Verde PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

A Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva (EDIA), a Direcção Geral de Agricultura, Silvicultura e Pecuária de Cabo Verde e o Instituto Nacional de Gestão de Recursos Hídricos desse mesmo país assinaram um protocolo de cooperação nas áreas da formação, planeamento e gestão.

 

Assinado perante o ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas de Portugal, António Serrano, e o ministro do Ambiente, do Desenvolvimento Rural e Recursos Marinhos de Cabo Verde, José Maria Veiga, este acordo “prevê a formação de técnicos da gestão de perímetros de rega e nas área que integram o core-business da EDIA”.

 

Segundo o comunicado da empresa portuguesa, a EDIA apoiará ainda as instituições cabo-verdianas “na formalização de propostas de planeamento estratégico e concepção de novos aproveitamentos hidroagrícolas, bem como na gestão e implementação de projectos e monitorização de redes de rega e desenvolvimento de modelos de avaliação de aptidão cultural para as áreas actualmente irrigadas e para novas áreas de regadio”.

 

No comunicado, a EDIA revela que este protocolo resulta do “reconhecimento internacuional do know-how” da empresa, enquanto responsável pela “concepção, construção e gestáo do Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva”.

 

FONTE: Construir

 
TOP Informática quer revolucionar engenharia com software de avaliação energética PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

A TOP Informática pretende revolucionar o mercado da engenharia e construção em Portugal,tornando-se “a única empresa no mundo a certificar um software destinado à actual avaliação energética de edifícios: o Cypeterm”.

 

Em comunicado de imprensa, a empresa revela que desta forma, “Portugal passa a ser o único país do mundo que dispõe de um software de cálculo automático dedicado ao projecto da eficiência energética de edifícios, certificado por uma norma de qualidade internacional e pela entidade reguladora (ADENE – Agência para a Energia)”.

 

Em 2012, garante a TOP Informática, o Cypeterm “deverá também permitir orçamentar automaticamente os projectos à medida que vão sendo desenhados e calculados, uma opção que já pode ser usada nos softwares Cype destinados a outras especialidades de engenharia (como estruturas ou instalações)”.

 

A TOP Informática esclarece ainda no mesmo documento que “a introdução da capacidade de orçamentação, no seguimento de directivas europeias que deverão entrar em vigor nesse ano, vai mudar as preocupações dos portugueses na área da certificação energética de edifícios”.

 

“Actualmente o cliente compra uma letra, ou seja, uma classificação energética, sem se preocupar com o tempo que o investimento nessa eficiência vai demorar a ser amortizado”, refere Jorge Rocha, responsável da TOP Informática.

 

O revolucionar do mercado com a entrada deste novo sistema,esclarece, “passa também pela capacidade que tem de gerir automaticamente os projectos, ou seja, facilitando o recálculo”.

 

Outra das novidades é que “a avaliação do desempenho energético, de acordo com o regulamento e práticas construtivas nacionais, pode agora ser realizada em horas, em vez dos dias que habitualmente demorava”.

 

Com esta solução da TOP Informática, os engenheiros “apenas necessitam de introduzir as plantas dos projectos e os respectivos elementos verticais no software Cypeterm, criando um modelo 3D a partir do qual podem ir experimentando diferentes materiais e elementos e, desta forma, criar várias soluções de eficiência energética”.

 

Segundo dados divulgados em Maio de 2009 pela ADENE, ainda 60% dos peritos realizavam os seus projectos de avaliação da eficiência energética de edifícios manualmente (através de folhas de cálculo), 25% com um software do INETI (também de introdução de dados manual) e 12% com o Cypeterm.

 

Jorge Rocha espera que, após a certificação do Cypeterm pela ADENE, a situação venha a inverter-se e este software passe a ser a regra.

 

“Nas formações oficiais que qualificavam peritos RCCTE, recomendava-se o cálculo manual em detrimento do automático para evitar o erro da máquina, mas, na prática, dada a enorme quantidade de dados a introduzir, traduz-se num enorme risco de erro humano, maior tempo de execução dos projectos, e consequentemente, maiores custos e limitações na procura da melhor solução”, refere este responsável, garantindo também que os profissionais passam a dispor de “um software expedito que reduz ao máximo tanto o erro humano como o erro da máquina”.

 

“Actualmente, 80 a 90% dos projectos de edificação corrente realizados em Portugal já utilizam o software CYPE de engenharia nas várias especialidades, como estruturas, térmica, acústica, hidráulica, climatização, telecomunicações, electricidade, etc”, assegura a empresa.

 

O Cypeterm aplica-se a edifícios de habitação, de serviços com área inferior a 1000m2 e potência de climatização inferior ou igual a 25kw, grandes intervenções de remodelação ou de alteração na envolvente ou instalações/ampliações de edifícios existentes.

 

O mesmo responsável indica também que “a legislação europeia deverá passar a prever a apresentação de alternativas de custo de projectos de eficiência energética por parte dos projectistas, para que o cliente possua termos de comparação e esteja ciente das implicações do investimento a longo-prazo, o que se tornará possível com o Cypeterm”.

 

A empresa portuguesa efectua um “balanço muito positivo” da implementação do Regulamento das Características de Comportamento Térmico dos Edifícios (RCCTE), mas refere que “o Estado tem esquecido a fiscalização das restantes áreas da engenharia”.

 

“Portugal é exemplar na implementação do RCCTE, o que confere qualidade e solidez aos projectos que têm vindo a ser aprovados, mas esta preocupação deveria ter início nas estruturas dos edifícios, essenciais para garantir a segurança de quem neles habita”, conclui Jorge Rocha.

 

O software Cypeterm foi certificado segundo a norma ISO/IEC 25051:2006: “Engenharia de software – Requisitos de qualidade para produto de software e avaliação (SQuaRE) – Requisitos para a qualidade de produtos de software comercial (COTS) e instruções para ensaio”.

 

FONTE: www.construir.pt

 
TPF Planege com nova identidade corporativa PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

A TPF Planege apresentou a sua nova identidade corporativa. A consultora nacional de engenharia desvendou o seu novo logótipo que consiste numa “combinação de quatro lâminas interligadas” originando “uma estrutura estável e transparente”.

 

“Linhas rectas e limpas e um lettering moderno são os principais traços que caracterizam o novo logótipo da empresa”, refere o comunicado de imprensa da TPF Planege, mencionando que este logótipo é “mais actual” e próximo dos “valores fundamentais” da empresa, que são “independência, abertura, transparência, excelência técnica, profissionalismo, confiança, estabilidade e modernidade”.

 

A acompanhar este processo, também as marcas TPF Engineering, TPF Contract e TPF Planege, detidas pela empresa, foram submetidas a alterações, de forma a “harmonizar a imagem da TPF Planege”.

 

Nas palavras de Jorge Nandin de Carvalho, presidente do Conselho de Administração da TPF Planege, o objectivo da empresa consistiu em “modernizar” a “identidade corporativa, que se encontrava já um pouco desactualizada”.

 

Segundo o mesmo responsável, “o novo logótipo pretende, antes de mais, reforçar os principais valores da empresa que, com a anterior imagem, não eram tão reconhecidos no mercado”. Neste sentido, a renovação da marca é “uma nova ferramenta de comunicação com o mercado”.

 
Onze unidades hoteleiras na Madeira monitorizam consumo energético PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Onze unidades hoteleiras da Região Autónoma da Madeira integram um programa promovido pela Câmara de Comércio e Indústria da Madeira (CCIM) para monitorizar o consumo energético com o objectivo de poupar nos custos.

 

A plataforma online para a racionalização energética Solgest, apresentada hoje no Funchal, pretende “introduzir instrumentos de medição do consumo energético e da água” para que as unidades hoteleiras possam “visualizar e monitorizar de forma permanente a evolução dos seus consumos”, explicou o presidente da CCIM.

 

Segundo Duarte Rodrigues, o projecto, que começou em Setembro do ano passado - com a selecção de onze unidades hoteleiras de 40 candidaturas - regista um “’feedback’ muito positivo por parte das empresas piloto”, onde se incluem hotéis ou outras unidades de alojamento dispersas pela ilha.

 

O programa prevê que nas unidades hoteleiras aderentes haja uma redução de “15 por cento nos seus custos de consumo de energia e de água”, através de melhorias de gestão operacional, propondo também sugestões de investimentos sustentados.

 

O programa, cujo montante global de investimento ascende a 775 mil euros, é financiado em 85 por cento pelo Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu através do Fundo EEA Grants e em 15 por cento pelo Governo Regional da Madeira.

 

FONTE: Público

 
Empresa nacional entra na construção de poderoso telescópio no Chile PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
A Solidal ganhou o projecto de fornecimento de cabos isolados de média tensão para a construção do ALMA, o mais poderoso telescópio do mundo, um contrato de um milhão de euros.
"Pelo elevadíssimo grau de exigência e rigor a que a construção de uma infra-estrutura internacional de astronomia desta envergadura e importância obedece, é prestigiante o facto de termos sido escolhidos para participar na sua instalação", anunciou o presidente da Solidal, Pedro Lima.
Em comunicado, a empresa portuguesa explicou que os 180 quilómetros de cabos estão a ser instalados e destinam-se "ao transporte de energia entre a central de produção de energia e o planalto, situado a 5.000 metros de altitude, através da instalação de dois circuitos paralelos de extensão aproximada de 30 quilómetros".
O ALMA, um investimento de mil milhões de euros, situado no planalto de Chajnantor, no Chile, e cuja execução está a cargo do European Southern Observatory, vai permitir estudar os blocos de estrelas em crescimento, sistemas planetários, galáxias e a própria vida.
Segundo a Solidal, o ALMA é considerado "um dos cinco maiores projectos científicos do século XXI e corresponde ao mais poderoso telescópio do mundo", constituído por uma rede de 66 antenas gigantes interligadas, que "será capaz de observar o universo com uma nitidez dez vezes superior à do Telescópio Espacial Hubble".
A Solidal, do grupo Quintas & Quintas, registou no ano passado sete milhões de euros de lucros, impulsionado por ganhos provenientes de operações de cobertura de risco de câmbio.
O volume de negócios foi de 68,5 milhões de euros, menos oito por cento do que em 2008
FONTE: JN
Actualizado em Sexta, 01 Outubro 2010 09:15
 


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