Emprego e Formação

Construção perderá mais de 60 mil empregos em 2012 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
O Sindicato da Construção de Portugal alertou, esta quarta-feira, para a previsível perda de mais 60 mil empregos no sector, em 2012, e denunciou o reaparecimento de "redes mafiosas" que angariam trabalhadores portugueses para o estrangeiro.
"O Estado vai pagar em 2012 cerca de 360 milhões de euros a 60 mil trabalhadores desempregados do sector da construção que vão deixar de ter trabalho e ficarão a receber 500 euros mensais de subsídio de desemprego", afirmou o presidente do sindicato, Albano Ribeiro, em conferência de imprensa no Porto.
Em causa, disse, está o fim próximo das obras do parque escolar e de várias autoestradas, que "até maio vai levar milhares de trabalhadores a ter que sair do país", sob pena de se juntarem aos já mais de 90 desempregados do sector.
Para o dirigente sindical, "a única alternativa a esta situação é a [aposta na] requalificação [urbana]", que, garante, "sai mais barata que os 360 milhões de euros" a pagar em subsídios de desemprego.
Antecipando que "milhares de trabalhadores da construção e suas famílias vão ter, em 2012, a pior qualidade de vida de sempre", Albano Ribeiro alertou que "a crise no sector fez reaparecer as redes mafiosas, que estão a angariar trabalhadores para trabalhar no estrangeiro por 496 euros mensais".
"As autoridades, nomeadamente a Polícia Judiciária e a Segurança Social, têm que intervir", sustentou.
FONTE: JN
Actualizado em Quinta, 22 Dezembro 2011 09:40
 
Reformas estruturais terão quatro pilares em 2012 para combater "praga" do desemprego PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
O Governo definiu hoje [18-12-2012] os quatro principais pilares das reformas estruturais a realizar em 2012, que passam pelo reforço da concorrência e da competitividade, articulação entre Estado e economia, valorização do capital humano e confiança.
As linhas básicas da acção do executivo PSD/CDS foram apresentadas pelo ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, a meio de um Conselho de Ministros informal, que está a decorrer no Forte de São Julião da Barra. "O Governo está a fazer a avaliação das reformas estruturais que Portugal necessita que sejam levadas a cabo para que possamos criar condições em termos de competitividade", declarou Miguel Relvas.
Em relação ao próximo ano, o ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares considerou também prioritário o reforça da "articulação entre o Estado e a economia e a criação de mecanismos de confiança que permitam que a economia portuguesa cresça".
Depois, Miguel Relvas fez uma referência aos maiores problemas que ainda enfrenta a sociedade portuguesa.
Por via das reformas estruturais, "pensamos ser possível combater a maior praga com que a economia portuguesa está confrontada, que é o desemprego", disse, antes de se referir aos objectivos políticos inerentes ao Conselho de Ministros extraordinário.
"Estamos num Conselho de Ministros de trabalho, sem conclusões e que visa a preparação de um ano de 2012 que vai ser extraordinariamente difícil. Mas, com as reformas estruturais que vamos necessariamente implementar, esperamos ultrapassar as dificuldades nos próximos anos, tendo sempre como grande objectivo pôr a economia portuguesa a crescer e combater o desemprego", acentuou o membro do Governo.
FONTE: JORNAL DE NEGÓCIOS
Actualizado em Segunda, 19 Dezembro 2011 15:10
 
Setor privado norte americano criou 110.000 empregos em outubro PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
"O crescimento em outubro veio quase exclusivamente do setor dos serviços", afirmou o diretor executivo da Automatic Data Processing (ADP), Gary Butler, citado pela agência Efe.
O responsável disse também que os dados relativos a setembro foram revistos em alta, de 91.000 para 116.000 empregos criados.
A taxa atual de desemprego nos Estados Unidos é de 9,1 por cento.
FONTE: RTP
Actualizado em Quinta, 03 Novembro 2011 09:59
 
Dilma: «Austeridade não é solução para a crise» PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Dilma Rousseff garantiu esta segunda-feira, em Bruxelas, que não tomará medidas de austeridade fiscal para fazer frente aos efeitos da crise económica.
Em declarações à imprensa, em Bruxelas, a Presidente brasileira relembrou o período de dificuldades passado pelo Brasil nas décadas de 1980 e 1990 e criticou as medidas «extremamente recessivas» adoptadas na altura. Políticas que, afirmou, só serviram para gerar estagnação e desemprego.
«Dificilmente» se consegue sair da crise sem aumentar o consumo, o investimento e a nível de crescimento da economia. «Os países devem agir para evitar que seus povos vivam o desemprego e perdas dos direitos sociais», defendeu Dilma, acrescentando que o seu país tem conseguido aliar crescimento a distribuição de rendimentos.
Estas declarações foram proferidas após um encontro bilateral com o primeiro-ministro belga, Yves Leterme.
Segundo fontes oficiais do Governo brasileiro, a crise económica e financeira mundial foi o principal tema da reunião entre os dois líderes. Ambos evitaram comentar uma eventual ajuda dos BRICS (Brasil, Rússia, China e África do Sul) às nações mais desenvolvidas que atualmente enfrentam dificuldades com a crise.
O encontro bilateral de hoje, em que Dilma Rousseff garantiu o apoio belga a um lugar permanente do Brasil no Conselho de Segurança da ONU, precedeu o jantar em que marcará ao fim do dia de hoje a abertura da V Cimeira União Europeia/Brasil, que pela primeira vez será realizada com a presença da Presidente brasileira.
FONTE: AGÊNCIA FINANCEIRA
Actualizado em Segunda, 10 Outubro 2011 15:10
 
Construção: desemprego já atinge 70 mil trabalhadores PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
O investimento no sector da construção caiu 8,2 por cento no primeiro semestre, a produção do sector recuou 6,1 por cento e o desemprego atingiu os 70 mil trabalhadores, segundo dados divulgados esta segunda-feira pela FEPICOP.
De acordo com a análise de conjuntura da Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas (FEPICOP) de Setembro, a queda do investimento verificada nos seis primeiros meses do ano ficou a dever-se, sobretudo, ao recuou de 12 por cento registado no segundo trimestre deste ano.
Em consequência, afirma a federação, a produção da Construção caiu 6,1 por cento no mesmo período e o desemprego atingiu 70 mil trabalhadores, «representando já 14,7 por cento do total nacional».
A habitação foi «a grande responsável» pela queda acentuada da produção no sector da construção, refere a FEPICOP, acrescentando que o licenciamento de novos fogos habitacionais recuou 31,1 por cento até ao final de Julho.
«O sector da construção confronta-se, actualmente, com uma situação particularmente difícil, caracterizada por uma quebra acentuada da procura dirigida a todos os segmentos de actividade e dificultada por um conjunto de outros factores, como sejam os sistemáticos atrasos nos pagamentos devidos às empresas de construção e as crescentes dificuldades no acesso ao crédito bancário», conclui a federação.
Só a dívida do Estado às empresas de construção já ultrapassa os 1,3 mil milhões de euros, segundo os últimos dados da Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI).
FONTE: AGÊNCIA FINANCEIRA
Actualizado em Segunda, 10 Outubro 2011 15:44
 


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