Arquitectura e Urbanismo

Praça D. Diogo de Meneses, de Miguel Arruda, nomeada para Mies van der Rohe 2011 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

O projecto de arranjos de superfície do parque de estacionamento do “fosso” da cidadela de Cascais, hoje Praça D. Diogo de Meneses, junto à Cidadela de Cascais, projecto da responsabilidade do arquitecto Miguel Arruda, é um dos trabalhos nomeados para o Prémio de Arquitectura Contemporânea da União Europeia – Mies van der Rohe 2011, anunciou a autarquia de Cascais.

O principal objectivo deste prémio bienal “é reconhecer e distinguir trabalhos de arquitectura contemporânea caracterizados pela excelência a nível conceptual, estético e técnico. Os trabalhos são nomeados por um grupo independente de peritos, bem como pela associação europeia de arquitecto se pelo Comité constituído para o efeito”, acrescenta.

Nesta edição do prémio Mies van der Rohe 2011, a opção da equipa que nomeia os projectos recaiu também sobre o projecto de Miguel Arruda em Cascais. “Com cerca de 9.000 metros quadrados, a Praça D. Diogo de Meneses abre-se para usufruto público no espaço criado à superfície fruto do aproveitamento paisagístico e arquitectónico da cobertura do parque construído no “fosso” da Cidadela, no centro de um perímetro cultural”.

Caracterizado por ser um “espaço amplo e neutro, disponível para albergar todo o tipo de eventos, esta praça goza de uma imagem diurna onde o branco é a cor dominante e que contrasta com a imagem nocturna sempre deslumbrante, fruto da integração no projecto de um complexo sistema de iluminação que pinta a praça de diversas cores”.

Como refere o próprio Miguel Arruda “nesta praça a luz é de uma importância colossal a minha grande preocupação foi fazer com que a luz fosse um instrumento de cultura e resultou uma vez que tem esse aspecto lúdico e é um elemento proactivo que interaja com as pessoas”.

 

FONTE: Construir

 
Novo Plano Director Municipal em exposição no Campo Grande PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

O edifício municipal do Campo Grande, em Lisboa, está a acolher a exposição “O Novo PDM”, destinada a divulgar a estratégia, os objectivos e as políticas do Plano Director Municipal da capital, actualmente em revisão.

Segundo um comunicado da autarquia, a mostra está patente de segunda a sexta-feira, das 08:00 às 20:00, no número 25 do Campo Grande, entre a estação de metro de Entrecampos e a Biblioteca Nacional.

A proposta de revisão do PDM foi aprovado na semana passada pela câmara, com os votos favoráveis da maioria liderada pelo PS e do PSD e os votos contra do PCP, CDS e do vereador Vítor Gonçalves, que saiu do gabinete social-democrata.

A criação de unidades de execução para facilitar licenciamentos, a atribuição de créditos de edificabilidade e o índice de permeabilidade dos solos foram temas criticados pelos autarcas que votaram desfavoravelmente.

O documento será agora analisado pela comissão de acompanhamento (com entidades da administração central e presidida pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo), sendo depois alvo de consulta pública e de discussão na assembleia municipal.

O público pode consultar e participar no processo de revisão na Internet (http://pdm.cm.lisboa.pt/).

O actual PDM, principal instrumento de gestão territorial concelhio, está em vigor há 16 anos.

 

FONTE: Construir

 
Polémico edifício do Largo do Rato perdeu comércio e caves PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Os autores do polémico edifício previsto para o Largo do Rato, cuja licença de construção foi chumbada duas vezes pela autarquia, reduziram o número de caves previstas, retiraram o comércio do rés-do-chão e fizeram alterações nas fachadas.

Segundo disse à Lusa um dos autores do projecto, da responsabilidade dos arquitectos Frederico Valsassina e Manuel Aires Mateus, o projecto, alvo de dois chumbos do executivo autárquico, o último dos quais acabou por ser anulado, foi modificado.

“Foram feitas algumas alterações ao nível das fachadas, reduzidas as caves e retirámos o comércio do rés-do-chão”, disse à Lusa Manuel Aires Mateus.

O polémico edifício projectado para o gaveto formado pela Rua do Salitre, Rua Alexandre Herculano e Largo do Rato viu o projecto de arquitectura ser aprovado em 2005 pela então vereadora do Urbanismo, Eduarda Nalopeão, sem que tivesse sido discutido em reunião de câmara porque a autarca tinha essa prerrogativa.

Depois disso, já com o executivo liderado por António Costa, a licença de construção foi chumbada por duas vezes em reunião de câmara.

O último chumbo não foi comunicado ao requerente, retirando-lhe assim a possibilidade de se pronunciar, ao contrário do previsto no Código do Procedimento Administrativo.

Esta “falha técnica” por parte da autarquia acabou por ‘obrigar’ ao chumbo da revogação, começando tudo do zero e abrindo desta forma a porta a uma eventual negociação com os promotores do projecto, que entretanto já tinham interposto uma acção em tribunal contra os 11 vereadores que votaram contra, exigindo uma indemnização de cerca de 18 milhões de euros.

A exigência de um Plano de Pormenor para a zona foi um dos argumentos apresentados por alguns vereadores para justificar o chumbo. A mesma exigência já tinha sido apontada na sindicância efectuada aos serviços do Urbanismo da autarquia.

A agência Lusa contactou a Câmara de Lisboa e a promotora do projecto, a Arte Pura, para perceber se se mantinha ou não em tribunal a acção contra os vereadores e o pedido de indemnização, uma vez que o segundo chumbo já tinha sido anulado, mas não recebeu até ao momento qualquer resposta.

 

FONTE: Construir

 
Atelier do Corvo representa Portugal em exposição internacional PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

A convite da II Trienal de Luanda, o Atelier do Corvo, gabinete de arquitectura sedeado em Coimbra, está a representar Portugal numa exposição internacional intitulada “Artes visuais | Angola | Mundo”, que consiste “numa mostra contemporânea de obras de arte angolana e africana em diálogo com obras de arte mundiais”.

O Atelier do Corvo “apresenta-se nesta exposição com propostas para concursos de arquitectura ou para encomendas em curso, em diferentes contextos africanos, entre as quais o Grande Museu do Egipto, escolas primárias para a África Subsariana, um Aparthotel e uma torre de comércio em Luanda”, revela o gabinete de arquitectura em comunicado de imprensa.

De acordo com Nuno Grande, arquitecto e crítico de arquitectura, “nenhum destes projectos, agora expostos na II Trienal de Luanda, se concretizou ou se concretizará na sua plenitude, mas traduzem, ainda assim, um ponto de vista denso e coerente, plasmado numa arquitectura assumidamente cosmopolita”.

O Atelier do Corvo foi criado no ano de 1998 por Carlos Antunes e Désirée Pedro, arquitectos licenciados pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto. Segundo Nuno Grande, “a criação do Atelier do Corvo marcou um inusitado encontro de escalas, geografias e culturas, muito próprio da vivência cosmopolita dos seus mentores”.

Entre as várias obras construídas, destaca-se o Centro de Arte Contemporânea do Círculo de Artes Plásticas de Coimbra e a remodelação do Laboratório Chimico do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, que recebeu o Prémio de Melhor Museu Europeu do ano de 2007 e Prémio Michelleti para Melhor Museu da Ciência e da Técnica da Europa, em 2008.

A Trienal de Luanda é uma exposição que engloba artes cénicas e artes visuais, cujo tema deste ano é “Geografias Emocionais, Artes e Afectos”.

A segunda edição desta iniciativa, na cidade de Luanda, Angola, termina a 20 de Novembro.

 

FONTE: Construir

 
“Quando a Arte fala Arquitectura: Construir, Desconstruir, Habitar” no Museu do Chiado, até 21 de Novembro PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

“Quando a Arte fala Arquitectura: Construir, Desconstruir, Habitar”, estará patente no Museu do Chiado – MNAC até ao próximo dia 21 de Novembro, sendo que no dia 20, o Curador Geral da Trienal, Delfim Sardo, vai fazer uma visita guiada à exposição.

A exposição é sobre “a fala arquitectónica que percorre a arte contemporânea, independentemente das várias motivações que a envolvem: ou como representação do espaço arquitectónico, ou como uso de uma ideia de vernaculidade arquitectónica, ou como fascínio pelo primado do uso e da habitabilidade. Em qualquer dos casos, a conexão que a arquitectura traz ao real – ou à representação do real, que navega no interior das preocupações artísticas é o magnete que alimenta esta permanente relação”, explica a Trienal de Arquitectura de Lisboa.

Assim, “não procurando efectuar um panorama histórico, a exposição move-se pelo interesse mútuo entre ambos os campos, sendo claro que o seu propósito parte da ideia de que a qualidade de um trabalho artístico que usa processos arquitectónicos não é conceptualizável a partir de ferramentas de análise arquitectónicas, mas artísticas, o que, no entanto, não impede que se possa compreender o refluxo que, por vezes, possuem no contexto da arquitectura”.

 

FONTE: Construir

 


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