
"(...) Elas crescem para se tornarem as árvores mais altas da Terra. Geram madeira e postos de trabalho, salvaguardam a limpidez das águas e disponibilizam refúgio para inúmeras espécies da floresta.
Se nós as deixarmos (...)"
in National Geographic Portugal, Ed. Novembro de 2009, pg. 3-27.
É o mote certo para lermos o brilhante trabalho levado a cabo por Michael Fay sobre a floresta de seqóias californiana e todos os pormenores no seu entorno (exploração sustentada madeireira da região, por exemplo) com texto de Joel K. Bourne, Jr. e fotografias de Michael Nichols, na revista citada.
Chamo a atenção também para o suplemento destacável que, se numa face, nos mostra uma foto elucidativa da altura que um ser vivo pode atingir (sequóia com, pelo menos, 1500 anos de idade), nos elucida, na outra, sobre "medidas" únicas e espectaculares que podemos encontrar no reino dos macrofanerófitos, de onde destaco: um exemplar de
Sequoia sempervirens com 115,6m (pelas gimnospérmicas) e um
Eucaliptus regnans com 99,6m (pelas angiospérmica) como
árvores mais altas (as sequóias ganham também a categoria de árvores mais volumosas com cerca de 1.489m3 de madeira, medidos num tronco único); um exemplar de
Taxodium mucronatum, com um tronco com mais de 10m de diâmetro como a
árvore mais larga ou ainda um exemplar de
Pinus longaeva com cerca de 4.800 anos como a
árvore mais velha.
Interessante. No mínimo.
