Arquitectura e Urbanismo

JOLA AUTUMM 2009 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

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Actualizado em Terça, 10 Novembro 2009 13:52
 
SEQUÓIAS, AS SUPERÁRVORES PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
"(...) Elas crescem para se tornarem as árvores mais altas da Terra. Geram madeira e postos de trabalho, salvaguardam a limpidez das águas e disponibilizam refúgio para inúmeras espécies da floresta.
Se nós as deixarmos (...)" in National Geographic Portugal, Ed. Novembro de 2009, pg. 3-27.

É o mote certo para lermos o brilhante trabalho levado a cabo por Michael Fay sobre a floresta de seqóias californiana e todos os pormenores no seu entorno (exploração sustentada madeireira da região, por exemplo) com texto de Joel K. Bourne, Jr. e fotografias de Michael Nichols, na revista citada.

Chamo a atenção também para o suplemento destacável que, se numa face, nos mostra uma foto elucidativa da altura que um ser vivo pode atingir (sequóia com, pelo menos, 1500 anos de idade), nos elucida, na outra, sobre "medidas" únicas e espectaculares que podemos encontrar no reino dos macrofanerófitos, de onde destaco: um exemplar de Sequoia sempervirens com 115,6m (pelas gimnospérmicas) e um Eucaliptus regnans com 99,6m (pelas angiospérmica) como árvores mais altas (as sequóias ganham também a categoria de árvores mais volumosas com cerca de 1.489m3 de madeira, medidos num tronco único); um exemplar de Taxodium mucronatum, com um tronco com mais de 10m de diâmetro como a árvore mais larga ou ainda um exemplar de Pinus longaeva com cerca de 4.800 anos como a árvore mais velha.

Interessante. No mínimo.

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Actualizado em Segunda, 09 Novembro 2009 09:17
 
AQUAPAISAGISMO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Foto retirada do sítio http://www.aquafloripa.com/

De repente, uma simples pesquisa na rede global revela esta surpresa de que (confesso) nunca tinha ouvido falar.

Procurei informação e, acreditem, existe imensa, especialmente em sítios brasileiros onde esta disciplina é levada muito a sério pelos aquaristas - instaladores e admiradores de aquários.

Pelo que pesquisei, o Aquapaisagismo cria jardins submersos, verdadeiros aquários plantados com especial ênfase para as plantas (aquáticas, principalmente), mais que os peixes, reproduzindo uma espécie de jardim submerso, que reproduz, por exemplo, troços de cursos de água.

É todo um "mundo novo" (ao que eu saiba pouco explorado entre nós - e nesta matéria sou mesmo leigo) que merece um olhar mais atento.

Fica aqui um link para uma série de publicações (mais ou menos temáticas) sobre o assunto.

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Actualizado em Domingo, 08 Novembro 2009 14:29
 
INTERVALO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Central Park - imagem retirada do Google Earth

"(...) Intervalo - do latim intervallu - s. m. espaço entre duas coisas, dois actos (...); intermitência; (...); espaço entre duas linhas (...)." in COSTA, A. e MELO, J. (????). Dicionário da Língua Portuguesa. 5ª Ed. Porto Ed. Pg.52.

A esta definição (que leio ao som dos Per7ume e Rui Veloso, como não podia deixar de ser) acrescento que, para mim, o termo também representa o espaço entre duas actividades perfeitamente estruturadas onde o Paisagista tem uma OPORTUNIDADE de intervir, criando ou estabelecendo conectividades que as interligam ou complementam, formal, funcional e esteticamente, proporcionando a sua integração no "todo" maior ou fazendo deste algo ainda maior.

Talvez seja uma ideia eminentemente tântrica, se a contextualizar-mos tendo em mente todos os possíveis objectivos que estão na base dos espaços verdes construídos, mesmo os dos tempos actuais.

No mínimo, será sempre um bom mote que nos leva a regressar (sempre) ás origens e re-reflectir sobre o que significa ainda hoje a Arquitectura Paisagista.

Podia recordar aqui e agora as palavras do "Pai" Francisco ou as do "Mestre" Robert (para citar apenas dois).

Elas andam por aí (por vezes demasiado soltas no vento).

É só termos o trabalho e o tempo de as encontrar.

E compreender.

Fica a imagem inicial (o Central Park de Frederick Law Olmsted e por Calvert Vaux), que considero ser um dos mais importantes exemplos-vivos do que um Arquitecto Paisagista pode conseguir. E já lá vão, mais coisa menos coisa, 150 anos.

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Actualizado em Domingo, 08 Novembro 2009 14:29
 
SEMINÁRIO FARO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail




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