Arquitectura Paisagista

Câmara da Lourinhã lança concurso para construir ciclovia até às praias PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

A Câmara Municipal da Lourinhã lançou um concurso no valor de 1,4 milhões de euros para construir uma ciclovia, que vai ligar a vila às praias.

 

“Há cada vez mais gente a utilizar a via para caminhar ou em passeios de bicicleta em poucas condições de segurança e já houve acidentes”, afirmou Vital Rosário, vereador responsável pelo planeamento urbanístico e pela gestão do litoral.

 

A câmara pretende ter a ciclovia construída no início da próxima época balnear, altura em que deverão estar também concluídas as obras de requalificação da praia do Areal Sul, com o ordenamento do parque de estacionamento e a construção de dois novos apoios de praia.

 

A ciclovia vai ligar a vila da Lourinhã, junto ao Jardim de Nossa Senhora dos Anjos, até ao Areal Sul, numa extensão de três quilómetros, estando o arranque das obras previsto para o início de 2011.

 

O município deverá candidatar a obra a fundos comunitários, esperando uma comparticipação até 80 por cento do investimento.

 

FONTE: Público

 
Polis Ria impulsiona ecomuseu na Murtosa PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
O programa Polis Ria de Aveiro permitirá ao município da Murtosa retomar o projecto de criar um ecomuseu na zona ribeirinha do concelho, uma ideia desenvolvida ao longo da última década.
O executivo camarário decidiu avançar com a revisão do Plano Director Municipal (PDM), dadas as actuais condicionantes de ordenamento do território na localização escolhida, a sul do cais da Béstida. O Plano Estratégico da Intervenção de Requalificação e Valori- zação da Ria de Aveiro propõe na Murtosa uma "porta" de entrada na ria, que ficará associada a um "museu vivo", permitindo, assim, a "plena interacção com a zona lagunar".
O ecomuseu é assumido como "uma das intervenções estruturantes" do Polis Ria e dispõe de financiamento. Resultado de um protocolo celebrado em 1999 entre o município da Murtosa e a Universidade Lusófona de Lisboa, o projecto desenvolvido por uma equipa liderada por Mário Moutinho, actual reitor da instituição, foi "apresentado, estudado, discutido e validado" ao longo dos últimos anos "mais diversos fóruns de museologia".
Por isso, a edilidade murtoseira entende que constitui "uma potencialidade e uma oportunidade, qualificadas, para a preservação, valorização, divulgação e usufruição da laguna e de todo o seu ecossistema e território envolvente".
A revisão do PDM para a instalação do ecomuseu deve-se às actuais limitações de uso do território, por se tratar de reserva agrícola e ecológica.
FONTE: DN
Actualizado em Quinta, 09 Setembro 2010 11:08
 
Quatro restaurantes no Terreiro do Paço PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Câmara avalia hoje projecto da Sociedade Frente Tejo, que prevê ainda uma galeria de exposições e o centro de interpretação.
Quatro restaurantes, uma galeria de exposições/livraria e um espaço que integra o Centro de Interpretações do Terreiro do Paço são as propostas da Sociedade Frente Tejo para aquela praça lisboeta, que serão hoje analisadas pela autarquia.
Segundo o estudo prévio, a que a Lusa teve acesso, é proposta a alteração de usos na ala nascente (espaços actualmente ocupados pelo Ministério das Finanças e respectivo torreão), com a maioria do piso térreo ocupado por três restaurantes, uma galeria de exposições/livraria e o espaço Montra Portugal, que inclui o Centro de Interpretação do Terreiro do Paço.
Estão igualmente previstas instalações sanitárias públicas de apoio à praça. Na área onde será instalado o centro de interpretação é proposta a demolição de duas paredes, obra a que, apesar das reservas colocadas pelo Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR), a Direcção Municipal de Conservação e Reabilitação Urbana deu luz verde.
"O princípio de se manter tudo o que é anterior a 1900 é um princípio tão válido como outro qualquer, se não se entender o que foi feito e o que se pretende fazer", refere o parecer deste serviço da autarquia.
Para a ala poente da Praça a intervenção remete apenas para o torreão, com quatro pisos. No piso térreo ficará o Espaço Inovação, no primeiro piso um bar e instalações sanitárias e nos pisos superiores um restaurante. A obra inclui a substituição da cobertura de fibrocimento por telha.
FONTE: DN
Actualizado em Quinta, 09 Setembro 2010 11:04
 
Ministra do Ambiente anuncia programa Polis para requalificar rios já em 2011 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
A ministra do Ambiente e do Ordenamento do Território, Dulce Pássaro, anunciou hoje a criação de um programa Polis para requalificação dos rios do país, revelando que o mesmo poderá avançar em 2011.
“Será para avançar para no próximo ano”, afirmou a ministra aos jornalistas, à margem de uma cerimónia no Porto.
Dulce Pássaro explicou o grupo de trabalho que está a desenvolver o programa deverá apresentá-lo “até final de Outubro”, passando-se depois à fase de abertura de candidaturas.
“Há um grupo trabalho nomeado que já se reuniu comigo numa fase de desenvolvimento do trabalho intercalar. Até final de Outubro apresentar-me-ão o programa desenvolvido para arrancarmos”, observou.
Este “Polis Rios” seguirá muitas das linhas do “Programa Polis” que tem permitido intervir em vários centros urbanos, e visa ter “uma intervenção integrada” nos rios portugueses, com “a requalificação dos recursos hídricos e acções complementares nas margens”, notou a ministra.
De acordo com Dulce Pássaro, este novo programa terá duas linhas de intervenção, uma respeitante aos “rios urbanos sujeitos a muita pressão e ocupação urbana” e outra destinada aos “rios em natureza, onde com intervenções pontuais poderemos considerar que o rio está recuperado”.
Este trabalho será “estreitamente articulado com as Administrações das Regiões Hidrográficas e, para além do recurso a fundos comunitários, “terá de haver dinheiros das autarquias que se queiram associar e contará alguma participação de privados”, adiantou a ministra.
Actualizado em Quarta, 08 Setembro 2010 09:22
 
Demolição de moradia antiga criticada PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Movimento de cidadãos teme que prédio venha a ocupar o lugar da Vila Arriaga. Câmara  diz que projecto é legal.
O movimento Cidadania Cascais teme que a histórica moradia de Vila Arriaga, no Monte Estoril, seja demolida e dê lugar à construção "ilegal" de um prédio, mas a autarquia garante que o projecto respeita o Plano Director Municipal (PDM).
Numa carta dirigida ao presidente da Câmara Municipal de Cascais, o grupo de cidadãos apelou a que o processo fosse reavaliado, uma vez que a moradia em causa está "em muito bom estado de conservação e é claramente um exemplar a preservar enquanto arquitectura de veraneio do século xx".
O grupo considerou "estranho" que a tal moradia não conste no inventário municipal do património e que a autarquia tenha aprovado em Junho um pedido de informação prévia para um prédio com "um índice de construção que, aparentemente, contraria o disposto legalmente para o local", uma vez que o Monte Estoril não contempla nenhum plano pormenor.
"Antes que a Vila Arriaga padeça de demolição súbita, e por ser nossa convicção de que muito está mal neste processo, enviamos este alerta para que a Câmara Municipal de Cascais corrija este processo, em prol de uma política de urbanismo credível e transparente", sustentam os signatários do movimento. O grupo adiantou ainda que o assunto será remetido à Inspecção Geral da Administração Local e à Provedoria de Justiça, entre outras entidades.
Em resposta a estas dúvidas, o presidente do executivo de Cascais, António Capucho, esclareceu que em Junho deste ano foi emitido um parecer favorável para a construção no local de um empreendimento que "compreende um edifício com oito fogos em quatro pisos, com duas caves e 28 lugares de estacionamento, dos quais oito são públicos".
"Obviamente que é respeitado o índice previsto no Plano Director Municipal (que não é da responsabilidade da actual maioria). Este plano classificou o solo em causa como 'Espaço urbano de alta densidade', ao que parece sem contestação dos agora reclamantes", frisou o autarca.
António Capucho explicou ainda que o projecto aprovado "resolve correctamente o diálogo arquitectónico do futuro edifício com o prédio vizinho", que "apresenta uma volumetria muito significativa com oito pisos acima do solo e com uma empena cega de grande superfície".
Por este motivo, segundo o autarca social-democrata, a moradia de Vila Arriaga ficou "esmagada e muito desvalorizada no seu alegado valor arquitectónico", razão pela qual "não se considerou apropriado propor a [sua] classificação".
FONTE: DN
Actualizado em Segunda, 06 Setembro 2010 11:37
 


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