Arquitectura Paisagista

Código Florestal entra hoje em vigor PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

O Governo aprovou o Código Florestal, que entra em vigor hoje, já no final da legislatura passada, mas há duas semanas o Parlamento aprovou um adiamento da lei, só que esta alteração ainda não foi publicada e, por isso, não produz efeitos. O actual regime florestal estava em vigor há 108 anos, desde que foi publicado em 1901 um decreto com um conjunto de normas aplicáveis ao sector florestal.

O novo Código Florestal altera e revoga mais de 40 decretos-lei e portarias, algumas delas em vigor há mais de um século.

Fonte do Ministério da Agricultura disse à Lusa que essa nova iniciativa legislativa foi aprovada por todos os partidos num plenário realizado há onze dias.

FONTE: DN

Actualizado em Quarta, 23 Dezembro 2009 11:56
 
Lisboa analisa Carta Estratégica 2010-2024 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

A Câmara de Lisboa discute quarta-feira a Carta Estratégica 2010-2024, o documento orientador da estratégia da cidade nos próximos 15 anos e que sugere um acordo metropolitano a médio/longo prazo sobre mobilidade e planeamento.O documento, que foi tornado público em Julho passado, foi elaborado sob coordenação de um comissariado liderado pelo investigador João Caraça e que tinha como comissários especialistas como Ana Pinho, Augusto Mateus, João Seixas, Manuel Graça Dias, Tiago Farias e Simoneta Luz Afonso.

A Carta Estratégica pretende responder às lacunas da cidade em áreas como a habitação, equilíbrio social, população, segurança, ambiente, mobilidade, criatividade, competitividade e identidade.

Entre as propostas do documento estão uma nova divisão administrativa com agrupamentos de freguesias e uma maior estabilidade das políticas municipais.

É igualmente proposta a criação de uma nova ideia urbanística que fomente a diversidade.
Para pensar de forma integrada as estratégias de Lisboa a Carta sugere a criação de uma 'Autoridade de Articulação', gerida por uma estrutura "leve", mas com um executivo politicamente legitimo e com orçamento próprio.

Para tornar progressivamente desnecessário o uso do automóvel é sugerida a criação de parques de estacionamento dissuasores, à volta da cidade, em articulação com municípios vizinhos.

Do rol de sugestões fazem ainda parte a criação de dificuldades ao trânsito de atravessamento, como "passadeiras alteadas", semáforos mais lentos e passeios mais largos.

Para conquistar a confiança dos proprietários, a Carta propõe a criação de uma balcão que, funcionando como 'fiador', seja uma espécie de agência de aluguer junto da Autoridade para a Igualdade, uma estrutura a criar, adstrita ao actual Conselho Intermunicipal para a Interculturalidade e Cidadania.

A recuperação dos centros históricos da capital é proposta com o encorajamento de "boas práticas" na recuperação do património construído (prémios pecuniários ou isenções fiscais) e a criação de uma "Carta de exemplos", que funcionaria como um "guião" para todos os projectos de recuperação de edifícios.

A promoção de silos automóvel para moradores que torne mais atractiva a habitação nos bairros históricos e a renovação urbana dos espaços públicos são outras das sugestões para recuperar os centros históricos de Lisboa.

É igualmente proposta uma maior ligação entre a capital e os bairros periféricos/problemáticos, transformando parte das antigas unidades de habitação camarária em edifícios 'open-space' que posteriormente poderiam ser alugados, "a preços competitivos", para oficinas. Escritórios ou indústrias não poluentes.

Para conquistar a confiança dos proprietários, propõe a criação de uma balcão que, funcionando como 'fiador', seja uma espécie de agência de aluguer junto da Autoridade para a Igualdade, uma estrutura a criar, adstrita ao actual Conselho Intermunicipal para a Interculturalidade e Cidadania.

Na área do ambiente, para tornar Lisboa numa cidade mais sustentável e mais eficiente do ponto de vista energético, são apontadas a redução do ruído, do consumo de água, energia eléctrica e combustíveis fósseis, da produção de resíduos sólidos urbanos e a promoção da reabilitação da estrutura ecológica da cidade e do rio Tejo.

As prioridades apontadas vão para os transportes e edifícios, com a aposta não só na aplicação dos novos regulamentos (certificação, climatização e sistemas energéticos), mas também em novas formas de arquitectura (eco-construção).

FONTE: www.construir.pt

Actualizado em Terça, 22 Dezembro 2009 10:29
 
Projecto de reabilitação deve avançar PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

O Largo do Intendente tem de ser recuperado, reabilitado e repovoado, para que o tráfico de droga, os toxicodependentes e os roubos desapareçam dali. O remédio para a doença é receitado pelo presidente da Junta de Freguesia dos Anjos, João Grave, frisando que, "se não houver intervenção, acaba por suceder o mesmo que aconteceu na Baixa. Fica tudo vazio sem moradores e os prédios desabitados degradam-se muito mais depressa". Revelou ao DN que "há uma candidatura para fundos destinados à reabilitação do espaço público do Largo do Intendente, num projecto que ficará concluído até 2012". "Há uma tendência para que se faça a reabilitação e a repovoação do Intendente e que isso afastará a toxicodependência dali. Espero que isso se concretize num prazo de cinco anos", admitiu o autarca. "A médio prazo, esta zona será de grande desenvolvimento imobiliário, pois até tem uma rede de transportes muito boa, tem comércio, serviços, restauração e tem muito boa localização. É muito central", salienta João Grave. Recorda que "em 2003 e 2004 fez-se uma intervenção no Largo do Intendente e foram retiradas camionetas que serviam para ocultar tráfico e consumo de droga.

FONTE: DN

Actualizado em Terça, 22 Dezembro 2009 10:34
 
Líderes mundiais retomam trabalhos na Cimeira de Copenhaga PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Os líderes mundiais presentes na conferência sobre o clima retomaram hoje os trabalhos, em Copenhaga, para um projecto de tratado, no último dia do encontro da ONU sobre alterações climáticas.

Cerca de 30 chefes de Estado e de governo retomaram os trabalhos, à porta fechada, para tentarem chegar a um projecto de declaração política destinada a lutar contra o aquecimento global, adiantou um diplomata ocidental.  

Hoje, dia em que o presidente norte-americano, Barack Obama e outros dirigentes falam na capital dinamarquesa, o ministro do Ambiente sueco, Andreas Carlgren, afirmou que não foi ainda apresentado um acordo aos dirigentes devido a uma permanente discórdia entre países desenvolvidos e em vias de desenvolvimento.

O ministro sueco, cujo país detém a presidência da União Europeia (UE) até ao fim do ano, afirmou que «cabe agora aos dirigentes mundiais chegar a um acordo» em Copenhaga.

Durante a madrugada, um grupo restrito de cerca de 30 responsáveis tentou chegar a um acordo político, que serviria de introdução aos textos de acordo propriamente dito, negociados sob a égide da ONU.

Este grupo de conselheiros, que fez uma pausa às 03:00 locais (02:00 em Lisboa), é composto por um painel representativo dos países industrializados (Estados Unidos e vários países europeus), os grandes Estados emergentes (China, Índia, Brasil) e países em desenvolvimento (Bangladesh, Lesoto, Argélia, entre outros).

Barack Obama já chegou a Copenhaga para participar na cimeira que constitui a fase final da Conferência de Copenhaga, iniciada a 07 de Dezembro.

O objectivo é chegar a um acordo que deverá entrar em vigor antes de expirar o Protocolo de Quioto, em Janeiro de 2013, para travar de forma vinculativa as emissões de dióxido de carbono.

FONTE: TSF
Actualizado em Sexta, 18 Dezembro 2009 16:59
 
Gigante asiático acolhe 10 por cento das espécies PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

The Nature Conservancy é uma organização que participa na salvaguarda de territórios em estado natural nos Estados Unidos.

A chegada do director de conservação e preservação de territórios selvagens à China, dias antes do início da Cimeira de Copenhaga, marca um novo objectivo: dar um novo impulso na ajuda para salvar habitats selvagens num país que acolhe, sozinho, 10% de todas as espécies vivas.

Desde que foi fundada, em 1951, a TNC dedica-se a comprar terrenos em estado selvagem e s promover a sua preservação. Até agora, um total de 48,6 milhões de hectares de florestas, rios, zonas costeiras e terras húmidas ficaram debaixo da sua alçada. Nos Estados Unidos, o processo é mais fácil: grande parte dos territórios selvagens são propriedade privada, a TNC angaria fundos e compra as terras para as preservar.

Na China, é substancialmente diferente. Toda a terra é propriedade do Estado. O objectivo, aqui, é trabalhar em conjunto com os governos locais, os departamentos florestais e ambientais e ajudá-los a perceber qual a forma de intervenção que se aplica melhor em cada um dos sítios em questão. O primeiro projecto arrancou em 1998, ajudando a província de Yunnan a preservar a sua biodiversidade. Em 2001, foi a pequena aldeia de Yubeng, também em Yunnan, a receber a ajuda da TNC. Para além destes apoios, a TNC angariou dinheiro para pagar estudos de conservação da natureza e financiou viagens a vários cientistas chineses, para irem conhecer outras experiências e definirem quais as melhores formas de as aplicar às situações concretas da China.

FONTE: JN

Actualizado em Quarta, 16 Dezembro 2009 11:13
 


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