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CML e EPAL querem abrir novo jardim |
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A Câmara Municipal de Lisboa (CML) e a Empresa Portuguesa das Águas Livres, SA (EPAL) anunciaram ontem um concurso para a construção de um edifício para restauração e bebidas no recinto do Arco, na Rua das Amoreiras, em Lisboa.
Esta iniciativa permitirá abrir ao público um jardim desconhecido por muitos munícipes. O Jardim do Arco situa-se por cima do reservatório que a Empresa Portuguesa das Águas Livres possui no recinto.
O concurso foi lançado na sequência de um protocolo assinado em Agosto entre a autarquia e a empresa pública.
As inscrições estarão abertas até ao próximo dia 12 de Janeiro.
Já em 2009, o jardim tinha sido alvo de um protocolo, celebrado no âmbito da assinatura de vários documentos semelhantes relativos a outros espaços com reservatórios e aquedutos da EPAL para divulgar uma Lisboa desconhecida.
Na altura, o secretário-geral da empresa pública, José Manuel Zenha, explicou que as visitas ao espaço verde só poderiam avançar depois de feitas obras e da saída de alguns serviços, não podendo ser uma medida de concretização imediata.
Segundo o caderno de encargos do concurso, o edifício em causa estava ocupado pelos serviços operativos de assistência domiciliária (depois de já ter funcionado como estação elevatória e centro de formação) e situa-se na zona de protecção do Aqueduto das Águas Livres, um monumento nacional.
A concessão será atribuída por um período de 15 anos, que pode ser prolongado até ao limite máximo de 18 anos, sendo o valor mínimo mensal aceite de 500 euros, sem IVA.
As propostas têm de conter algumas exigências impostas pelas duas identidades, a apresentação do projecto de exploração e funcionamento do edifício bem como da área de esplanadas.
Para saber mais informações sobre as condições deste concurso lançado pela CML e pela EPAL, consulte na Internet o site, www.bizgov.pt.
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Actualizado em Sexta, 17 Dezembro 2010 10:00 |
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Mais areia para as praias da Costa |
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Objectivo é aumentar estabilidade da linha. Terceira fase de alimentação artificial das praias tinha sido cancelada em Maio
O Instituto da Água (INAG) vai iniciar até ao fim do mês uma obra de reforço da estabilidade na linha de costa da Costa de Caparica, depois de ter cancelado em Maio a terceira fase de alimentação artificial das praias.
Fonte do INAG explicou que se trata do "prolongamento da obra de defesa costeira em cerca de 70 metros, acompanhando o traçado da duna, de forma a fazer uma concordância com a duna a sul da praia de S. João".
O estaleiro deverá começar a ser instalado esta semana e a obra, com um custo de cerca de 276 mil euros, deverá estar terminada no início de Fevereiro.
Serão "colocadas areias ao longo de cerca de cem metros, de forma a reforçar a duna e a zona de transição entre esta e a obra de defesa costeira". Na prática, "passa- -se de uma margem de pedra para uma margem de areia".
Em Maio deste ano, o INAG anunciou o cancelamento da terceira fase de reposição de areias nas praias da Costa de Caparica, sustentando que as reposições de areia realizadas em 2008 e 2009 tinham tido um resultado "francamente positivo" e dispensavam temporariamente uma terceira intervenção.
O INAG afirmou nessa altura que asseguraria a monitorização da intervenção e que, dependendo dos resultados, a terceira fase seria perspectivada para 2011.
FONTE: DN
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4,5 milhões de euros para criar percurso pedonal e ciclável nas margens do rio Ave |
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Santo Tirso, 03 dez (Lusa) -- A construção de um percurso pedonal e ciclável, com 1,4 quilómetros, é a obra mais emblemática que está a ser realizada nas margens do Rio Ave, em Santo Tirso, envolvendo um investimento de 4,5 milhões de euros.
O presidente da autarquia local, Castro Fernandes, salientou que esta obra, integrada na Parceria para a Regeneração Urbana (PRU) -- Margens do Ave, visa criar "um espaço de sociabilidade e fruição das margens ribeirinha deste curso de água", que já foi um dos mais poluídos da Europa.
O autarca falava hoje numa cerimónia efetuada no salão nobre da Câmara Municipal de Santo Tirso, onde hoje foram apresentados esta parceria e os seus diferentes projetos, que envolvem um investimento total de 10 milhões de euros para, segundo destacou, "revolucionar" a frente ribeirinha do rio Ave.
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Actualizado em Segunda, 06 Dezembro 2010 10:14 |
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Praia da Vitória apresenta estratégia de gestão do ordenamento do território |
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A Câmara da Praia da Vitória, Açores, apresentou a estratégia municipal de gestão do ordenamento do território, que inclui um plano de urbanização da expansão desta cidade da Terceira que pretende duplicar a população urbana em 20 anos.
O presidente da Câmara, Roberto Monteiro, salientou que esta abordagem, normalmente, é feita ao contrário.
“Queremos ir à frente, definindo regras de jogo para o mercado, para os donos dos terrenos, para os investidores imobiliários, para os jovens casais, e assim definimos o que queremos que a cidade seja no futuro”, afirmou.
O Plano de Urbanização prevê a construção de habitações na zona da Boavista, uma zona destinada ao Parque Urbano, situada nas traseiras do complexo desportivo, e um Parque Empresarial, localizado a cerca de um quilómetro do Porto da Praia da Vitória.
O parque empresarial é “um projecto estruturante que vem dar respostas diferenciadas” e “orientar uma nova tipologia de investimentos”, frisou Roberto Monteiro, revelando que a primeira empresa a investir na zona será a Portugal Telecom (PT), que vai construir ali o segundo ‘Data Center’ nos Açores.
O Plano de Urbanização hoje apresentado prevê um alargamento significativo da área para construção de habitações, com o obectivo de duplicar a população urbana num prazo de 15 a 20 anos.
Ao contrário do que acontece em outras cidades, na Praia da Vitória não está prevista a construção de apartamentos, mas de vivendas unifamiliares.
“É algo que nos distingue da maior parte das cidades no âmbito dos seus planos de expansão”, afirmou Roberto Monteiro, que também apresentou hoje o plano de expansão da freguesia de Porto Martins, que pretende dar resposta a um dos maiores problemas da localidade, que é a impossibilidade de ampliar habitações antigas.
Os dois documentos vão agora ser submetidos à análise da Secretaria Regional do Ambiente, devendo entrar em discussão pública durante o mês de Março.
A versão final será apresentada em Maio, e, em Junho deve ser aprovado na Assembleia Municipal.
FONTE: Construir
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